sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Manifestação pede fim de preconceito em Nova Iguaçu

NOVA IGUAÇU - Manisfestantes se reuniram nessa quinta-feira (15), mesmo embaixo de chuva, em frente à Prefeitura de Nova Iguaçu. O protesto organizado pelas redes sociais, exigiam a exoneração de uma servidora municipal, acusada de discriminação, racismo e xenofobia pelo ativista cultural Marcos Serra. - Fui chamado de 'rato saindo do bueiro', e quando reclamei fui chamado de 'favelado'. A manifestação não é só pelo o que aconteceu comigo. Essa não é uma luta individual", relatou Marcos. - “Eu não quero que ela perca o emprego, por prazer meu. Mas pense bem. Uma pessoa que trabalha na área de cultura, ainda mais, um evento que abrange relações culturais, raciais e religiosas, deveria ter respeito com a indiferença, com as pessoas em si”, argumentou Marcos. O OCORRIDO A inscrição da Conferência Cultural, que já acontece, há quase sete anos, era feita pela internet e nunca foi pedido um documento que provasse que alguém era interligado a cultura, sendo então, produtor, músico ou ator. Mais este ano a Casa da Cultura optou por fazer a inscrição no local e que no ato do cadastro, Raíssa teria debochado do grupo pedindo um documento em que comprovasse a ação da equipe que apoia as atividades culturais do Buraco do Getúlio. Marcos Serra tentou registrar um BO (Boletim de Ocorrência), acusando a funcionária de preconceito e injúria. Segundo ele, a polícia não fez o registro, alegando que as ofensas feitas pela funcionária não caracterizavam um determinado preconceito. A secretaria municipal de Cultura, em nota, afirmou que o fato seria um "suposto incidente" e um "caso isolado entre uma das atendentes e um participante" do evento, e que 'repudia qualquer tipo de preconceito, seja ele social ou racial'. Procurada pelo Notícias de Nova Iguaçu a servidora municipal, não se manisfestou até o termino desta matéria.

Nenhum comentário:

Postar um comentário